Iniciaremos
essa resenha com o significado da palavra Kouros:
“O nome kouros, que os antigos
gregos associavam à imagens de jovens masculinos nus, é também utilizado por
Homero para se referir a jovens soldados. A partir do século V a.C. a palavra
passou a ser especificamente associada a um jovem adolescente sem barba.
Historiadores de arte da modernidade usaram, a partir da década de 90 do século
XIX, o termo kouros para designar estas estátuas desnudas.”
Sim!
É a essência dos deuses na Terra! Um perfume para “cabra-macho”! Como muitos
dizem: ame ou odeie.
Kouros
é uma fragrância aromática fougére que abre (e fecha) extremamente forte. A
construção desse perfume é muito rica: cheia de especiarias e com um tom de
civeta bem predominante (civeta é aquele animalzinho que dão grãos de café para
se alimentarem e, através de suas excreções, produzem os melhores cafés do
mundo).
Pois bem: a civeta combina com o mel e o couro e junto à química do
corpo, exala um cheiro bem forte, masculino mesmo. O “tal cheiro” é inexplicável.
Geralmente quando se dá a primeira borrifada, pensa-se: “O que é isso? Credo!”...
Mas deixe o perfume pegar seu rumo e você vai sentir “o aroma dos deuses” em
seu drydown.
Kouros
foi lançado em 1981. Muita gente diz que é um perfume “datado” (visto que
estamos acostumados com os ‘docinhos’), mas acho que vale à pena dar uma chance
pra esse poderoso perfume. Fixa e projeta por um dia todo (sem brincadeira!-
mesmo tomando banho, ele continua lá).
Tomar
cuidado com os dedinhos nas espirradas é um conselho a ser pensado! Duas ou
três borrifadas equivalem a umas 10 do 1 million. Climas mais frios e noturnos
preenchem o requisito. A “molecada” em geral não vai curtir muito esse perfume,
mas... Ele se difere de todos os que estão “na moda”!
Fixação: 10 (24h)
Projeção: 10 (5h+)
Aroma: 9


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